Não gosto de fundamentar o "sobre mim". Penso que uma pessoa que queira saber algo sobre mim ou conhecer-me minimamente bem deve por si só criar e tomar conhecimento e não pelo que diria aqui.
Gosto que seja a própria pessoa a criar uma ideia, siso e sentimento por mim, independentemente de qual for ou venha ser, pois se por mais negativa que seja é a consciente. Sendo negativa, não oponho nem ridicularizo, pois não posso agradar a todos.
Gosto de conhecer qualquer pessoa, de qualquer raça, etnia, etnografia, religião, físico, personalidade - gostos, ideais, opiniões, ... Todos somos diferentes, devendo aceitar e lidar com cada um como é. Apesar de existir sempre alguma relação mais "complicada", mas mesmo assim saber aceitar e perdoar é um dom humano como errar também é humano!
Gosto desde pessoas mais calmas ás mais "tolas".
Estimo a humildade como também aprecio a originalidade.
Não tenho nada contra quem seja vaidoso, mas com a mania (de que é mais do que os outros) aborrece, pois muito mais que o reflexo corporal e material de alguém, é o que ela própria retém.
O pricipio de uma boa relação é para mim a lealdade/sinceridade, quer ela seja cruel ou gentil, ela tem de ser pura/verdadeira
Na noite pelas brumas de uma madrugada escura, pela calada da noite eu procuro por ti. Silêncio que percorre estas ruas que em tempos habitou teu nome, que vida revela a triteza de um poeta, que descreve as mais audazes formas de amar, mas por vezes sem ter amor próprio. Que nas ruas que caminho, passo lentamente procurando o teu rosto, meros reflexos que se cruzam nos meus olhos, sentindo o teu perfume. Pela brisa suave eu corro ao teu encontro em desespero, apenas uma presença outrora sentida.
Somos por vezes os mais sensíveis, falamos com o coração nas mãos, em busca da fantasia da nossa vida, rezando para que tudo se torne real.
De onde me chegam estas palavras? Nunca houve palavras para gritar a tua ausência, apenas o coração pulsando a solidão antes de ti quando o teu rosto doía no meu rosto e eu descobri as minhas mãos sem as tuas e os teus olhos não eram mais que um lugar escondido onde a primavera refaz o seu vestido de rosas. Mas tu vieste. Do coração da noite? Dos braços da manhã? Dos bosques do Outono? Tu vieste. E acordas todas as horas Preenches todos os minutos. Acendes todas as fogueiras e escreves todas as palavras. Um canto de alegria desprende-se dos meus dedos quando toco o teu corpo e habito em ti a noite que não existe porque as nossas bocas acendem na madrugada uma aurora de beijos.
Oh, minha adorada, doem-me os braços de te abraçar, trago as mãos acesas, a boca desfeita e a solidão acorda em mim um grito de silêncio quando o medo de te perder é um pesadelo que pisa a minha alma e se perde depois numa estrada de sertã por onde caminhas…
Difícil é me descrever, fazer com que palavras definam quem eu sou, ou deixa de ser. Não acredito que eu seja ninguém de tão grande importância. Presumo que eu seja como qualquer um, com certos defeitos, porém acompanhada de qualidades. Posso ser constante, inconstante, ou até mesmo os dois ao mesmo tempo. Em grande parte do tempo, sou previsível, admito. Mas o imprevisível me acompanha de perto, quando necessário. Consigo ser o bem e mau, o certo e o errado, a tristeza e a felicidade. Eu posso ser tudo, ou simplesmente nada. Talvez eu seja isso; uma porção de coisas
n tinha reparado:D:D:D
esta excelente:D:D:D
Kiss:)